17 abril 2007

"A novidade era o máximo..."

Estou me sentindo completamente desamparada. Ninguém passa mais por aqui. Não querem mais saber de mim. Desânimo total. Que graça tem viver a vida sem ser compartilhada?! Que graça tem "escrever para as paredes"?! Protesto! (rs)

Também, para descontar, não contarei a novidade. Vou pensar, pensar... e depois decido se vou contar, ou não. Se você passa por aqui e não deixa recado, sobrou. Do que adianta passar e eu não saber? Vai ficar de castigo. (rs)

Sobre as pendências que citei na semana passada:

1. Não pintei meu cabelo (talvez o faça amanhã);
2. Ainda não peguei todos os exames;
3. Visitei minha priminha Carol, mas já quero ir de novo;
4. Tem mais, só que não vou contar devido ao castigo, ok? (rs)

Adorei isso: "o tempo está passando tic-tac, tic-tac..." Valeu, Pri. Bjo e tchau! (rs)

*Sem foto porque apaguei todas da minha máquina. Preciso de novas! (rs)

A Novidade
(Herbert Vianna)

A novidade veio dar à praia
Na qualidade rara de sereia
Metade, o busto de uma deusa maia
Metade, um grande rabo de baleia

A novidade era o máximo
Do paradoxo estendido na areia
Alguns a desejar seus beijos de deusa
Outros a desejar seu rabo pra ceia

E a novidade que seria um sonho
O milagre risonho da sereia
Virava um pesadelo tão medonho
Ali naquela praia, ali na areia

A novidade era a guerra
Entre o feliz poeta e o esfomeado
Estraçalhando uma sereia bonita
Despedaçando o sonho pra cada lado

Ó, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ó, de um lado este carnaval
Do outro a fome total
ôôôôô

A novidade veio dar à praia
Na qualidade rara de sereia
Metade, o busto de uma deusa maia
Metade, um grande rabo de baleia

A novidade era o máximo
Do paradoxo estendido na areia
Alguns a desejar seus beijos de deusa
Outros a desejar seu rabo pra ceia

Ó, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ó, de um lado este carnaval
Do outro a fome total.
ôôôôô

E a novidade que seria um sonho
O milagre risonho da sereia
Virava um pesadelo tão medonho
Ali naquela praia, ali na areia

A novidade era a guerra
Entre o feliz poeta e o esfomeado
Estraçalhando uma sereia bonita
Despedaçando o sonho pra cada lado

Ó, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ó, de um lado este carnaval
Do outro a fome total

6 comentários:

Renata Almeida disse...

eu comento seu blog todo dia, lhe dou atençao internacional, falo via orkut e vc ainda diz que está desamparada de todos??? Me senti um lixo agora...Para amenizar o meu sofrimento, acho que devo ser a primeira (e em off) a saber da novidade. Esse é o MEU protesto.
Beijo!!!!!!!!!!!!!1
(saco que sempre que vou colocar várias exclamaçoes o numero 1 aparece no final)

Marcelinha Oliva disse...

Pq Renata não apagou o número 1??? Aí a gente não precisava saber disso!!!! hahahahah

Bibiu, eu passo por aqui sim... mas acho que em primeiro lugar vc deve escrever pq vc gosta e não pq as pessoas passam por aqui!!!

Te amo, amiga!

bjo-bjo

Marcelinha Oliva disse...

Amiga, tá conseguindo ler já????

hihihihi

bjo-bjo

ivan disse...

eu passo. só num tenho o q comentar todo dia... ahahahha

Mila disse...

eu só naum passo como tb comento...
e achei injusta essa sua colocação...

outra: as vezes te chamo no msn e vc num me dá atenção....num sou de insistir naum vú?
rsrsrs...faço o estilo "difícil"...kkkk

bjbj e com saudades

Marcelinha Oliva disse...

eu to aki (de novo) e nada de vc atualizar esse troço!!!

bjo-bjo